domingo, 4 de outubro de 2015


1)    Como você avalia a institucionalização propriamente dita da escola: "a imposição da obrigatoriedade escolar decretada pelos poderes públicos e sancionada pelas leis”?
       
         Ao fazer a leitura do texto, pode ter uma visão mais ampla sobre essas imposições destinadas ao controle das classes sociais. Uma série multiforme de medidas destinadas ao controle das classes populares, assim especialmente a partir da restauração, como completo à ação da escola como tais: sociedade mútua, cooperativas, fundação de berçários, asilos, consultórios e nascimentos de assistência social, dentre outras formas tomadas.
      Que a escola emerge como um espaço novo de tratamento moral no interior dos antagonismos de classe. Onde a imagem da infância que os reformadores sociais do século XIX tentaram impor a tais classes apresentará traços específicos e será, pois diferente da cunhada e assimilada antes pelas classes altas. Não se produz uma relação de igualdade entre todos, de entendimento e reforço entre famílias e escola, mas, ao invés disso, a escola põe-se em ação para suplantar essas ações socializadora destas necessidades classes  consideradas de um ponto de vista negativo.
      Onde o Estado se representar soma-se a posse  “ciência pedagógicas adquiridas na s escolas normais”. Na escola, desclassificam-se de forma direta e frontal outros modos de socialização e de instrução substituídos pela integração numa micro sociedade anônima e anímica, um purgatório, ante-sala o obrigatória do trabalho manual. Não se trata de uma simples reprodução, mas, ao invés disso, de uma autentica invenção da burguesia para “civilizar” os filhos dos trabalhadores. Como tal violência, que não é exclusivamente simbólica, assenta-se num pretendido direito: o direito de todos à educação.



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