Espaços e Formas
O objetivo é levar o aluno a adquirir um controle maior sobre seus atos,
de forma a permitir que problemas de natureza espacial possam ser resolvidos,
potencializando o desenvolvimento do pensamento geométrico, mesmo que ainda não
seja a hora de utilizar essa nomenclatura.
A
turma na qual trabalho é um J-B com alunos de 5 anos , desenvolvo com eles os conteúdos
de Espaço e Forma de uma forma bem
lúdica e prazerosa, primeiramente exploramos o local no qual faz parte do
cotidiano dos alunos. Onde utilizamos
alguns matérias disponíveis como cadeiras, colchonetes, áreas livres como pátio
e mapas, este é o primeiro passo para se relacionarem com as outras formas que
estão à nossa volta.
Faço também um bom uso de suas curiosidades,
mostrando que os objetos têm seus próprios formatos e que é possível mostrar lugares
(como a sala, a escola, as ruas do bairro e tudo que fica em torno da escola). “Um trabalho intencional com a
matemática contribui para elaborar e sistematizar esses novos conhecimentos”. Para Piaget essa estruturação espacial
da criança inicia-se pela constituição de um sistema de coordenadas relativo ao
seu próprio corpo. É a fase chamada egocêntrica, no sentido de que, para se
orientar, a criança é incapaz de considerar qualquer outro elemento, que não o
seu próprio corpo, como ponto de referência.
Os textos podem influir muito nas minhas
práticas em sala de aula, pois com diversas citações que são feitas, irão
servir de um grande suporte para por em ação ao fazer a explosão do espaço, no
qual pretendo ampliar cada vez mais o desenvolvimento dos alunos. Segundo Pires,
Curi e Campos (2001) ainda afirmam que: Essa “lateralização” precisa evoluir,
pois a “esquerda” de uma pessoa que está a sua frente, olhando para ela,
coincide com a sua “direita”. Quando isso acontece, podemos dizer que a criança
conhece sua lateralidade. (Pires, Curi e Campos, 2000, p. 54).
